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Coisas interessantes para WhatsApp

10 coisas que o homem deve parar de fazer depois dos 30 anos

Todos os anos, colunistas de revistas masculinas opinam sobre atitudes que deixam de ser aprovadas após certa idade.  Nesta lista, vamos ver algumas atitudes que são muito importantes para a vida dos homens após os 30 anos

Reprodução/ajp.com.au

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1

Abandonar o fast food

Não é que você precise se tornar um vegetariano, mas algumas comidas não fazem muito bem à saúde e, com o passar dos anos, o organismo começa a sentir mais. Pense nisso e opte por uma alimentação mais saudável a partir dos 30 anos
Reprodução/vacriminallaws

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2

Ser imprudente no trânsito

Milhares de pessoas perdem a vida no trânsito todos os anos e, dirigir como um idiota imprudente não é coisa para uma pessoa acima dos 30 anos. Você está velho demais para se irritar com aquela fechada que o carro ao lado lhe deu. Pondere, deixe-o ir embora e dirija com atenção
Reprodução/natureworldnews

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3

Jogar menos video-game

Os videogames são paixão, principalmente na vida dos rapazes. Você gosta de videogame? Tudo bem pode jogar, mas não esqueça que você cresceu e que tem outros afazeres. Nada de passar o fim de semana fechado no quarto jogando videogame enquanto o mundo passa lá fora
Reprodução/simplysenia

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4

Arrumar o quarto

A partir do momento que você tem 30 anos, as pessoas esperam que você comece a ter bom gosto e faça boas escolhas para a sua vida. Se as paredes do seu quarto estão lotadas de cartazes de garotas sem roupa, ou de personagens de histórias em quadrinho, sua namorada vai perceber que você não amadureceu o suficiente apesar de ter mais de 30 anos. Pense nisso, organize, limpe quem sabe até decore seu quarto com estilo
Reprodução/ucg

Reprodução/ucg

5

Pensar bem antes de fazer uma tatuagem

Não há nada de errado com quem já tem tatuagens. Não é isso. É que algumas tatuagens podem ser feitas a partir de uma decisão precipitada tomada durante a juventude, tipo escrever o nome da pessoa amada quando se está apaixonado e, depois de um mês não estar mais com ela. Depois dos 30 é necessário pensar muito bem no que vai marcar seu corpo
Reprodução/thecircular

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6

Evitar bebedeiras

Você não precisa parar de beber completamente, mas precisa aprender a beber, saber até onde pode ir sem dar vexame. Ficar bêbado e ser carregado pelos amigos pode ser até uma lembrança divertida da adolescência, mas, depois dos 30, isso vai perder a graça
Reprodução/1800loanstore

Reprodução/1800loanstore

7

Poupar dinheiro

A partir dos 30 anos é necessário ser mais responsável com seu dinheiro e aprender aguardar parte dele para imprevistos
Reprodução/globaltradersacademy

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8

Definir sua carreira

Quando se chega aos 30 anos, as pessoas já precisam saber o que vão fazer de suas vidas, qual a carreira querem seguir e começar a ter estabilidade nessa carreira. Ficar mudando de área de trabalho é para os mais jovens, que precisam experimentar diversos trabalhos até definirem aquele que mais se adaptam ao seu estilo de vida
Reprodução/Ação Social Insanos MC

Reprodução/Ação Social Insanos MC

9

Ser politicamente e socialmente responsável

A partir dos 30 anos não serão mais aceitas de você atitudes de sem noção social ou política. Atualize-se, tenha responsabilidades com a sociedade e com a política de seu país. Lembre-se que você é sim responsável por melhorar a vida de todos, como faz este grupo de motociclistas que ajuda pessoas carentes doando fraldas geriátricas
Reprodução/mightcontainspoilers

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10

Vestir-se adequadamente

Sua roupa vai mesmo definir se você chegou bem aos 30 anos ou se ainda pensa como um adolescente. Lembre-se disso na hora de escolher a próxima peça

Leia mais em: http://zip.net/bhsTYC

O maior tubarão branco ja visto Deep Blue

O nome dele é Deep Blue. Ou melhor, dela — a fêmea de tubarão-branco de idade estimada de 50 anos mede 6,1 metros de comprimento e é considerada o maior tubarão já filmado. E o pesquisador Maurício Hoyos Padilla, da organização Pelagios-Kakunjá, divulgou esta semana novas imagens adoráveis e assustadoras — clique aqui para ver o vídeo.

As imagens, filmadas próximas à ilha de Guadalupe, na costa oeste do México, são de novembro de 2013, mas ainda eram inéditas. Além do comprimento, a Deep Blue também estava bem larga na época da filmagem, o que indica que ela estava grávida. No fim do vídeo de pouco menos de um minuto, dá para ver os dentes afiadíssimos do tubarão.

O pesquisador também divulgou uma campanha de crowdfunding para ajudar a Pelagios-Kakunjá, organização sem fins lucrativos que luta pela conservação dos tubarões-brancos.

Este é o segundo vídeo do tubarão a ser divulgado. O primeiro foi postado por Hoyos em seu Facebook em junho, e tem até o que parece ser um tapinha na barbatana do bicho — na verdade, um dos pesquisadores estava evitando que ela se enroscasse na gaiola e se machucasse. Na ocasião, Hoyos explicou à Live Science que a Deep Blue estava com um corte na parte direita do corpo. [The Huffington Post, Público, CNN]

Frases engraçadas sobre as 48 horas sem whatsapp

A #Nessas48hrsEuVou entrou nos TT´S do Twitter a galera do Twitter que não deixa nada passar, veja a lista das melhores frases da #Nessas48hrsEuVou:

As melhores frases das redes sociais:

 

gente tem um quadro aqui em casa, que tem um povo dentro falando, me disseram que chama TV, na casa de vocês tem isso?

pegar meu Nokia 1100 e conseguir zerar o jogo da cobrinha.

ficar relendo minhas mensagens cm o crush e vendo sua foto D perfil sem ter perigo de ligar ?

começar a mandar cartas pra poder me comunicar com outras pessoas

ficar no twitter ver serie comer ver serie dormir comer ver serie ler ver serie comer dormir ver serie

o jogo virou n eh mesmo?

msn ou whatsapp

 

 

Whatsapp bloqueia link do telegram no seu app

whatsapp bloqueira link do telegram

WhatsApp – o campeão dos pesos pesados ​​de clientes de mensagens, com quase um bilhão de usuários  – parece estar fazendo exatamente isso. No aplicativo Android, as ligações cujo nome de domínio é “telegrama” não geram automaticamente um hiperlink ou trecho de URL  da mesma forma que outras ligações fazer. Isto tem a consequência infeliz de torná-lo muito mais difícil de seguir um link para o aplicativo telegrama ou um grupo de chat Telegram. Inicialmente pensei que isso poderia ser porque o aplicativo não reconhecer certos domínios de nível superior (TLD), como o TLD “.me” Telegram que usa, mas URLs como  about.me são hyperlinked corretamente. Por outro lado, links para sites como o telegram.com também são bloqueados, mesmo que eles são totalmente alheios a Telegram Messenger.

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Para tornar as coisas mais difíceis para os usuários telegrama, qualquer mensagem que contém uma URL com um nome de domínio “telegrama” não é capaz de ser copiado ou enviado em um toque longo, por isso não é possível compartilhar um link Telegram sem o remetente eo o receptor digitando-o manualmente.

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Nós não conseguimos encontrar qualquer outro URL que não gerar automaticamente um hiperlink da mesma maneira que os links ‘telegramas’ não o fez. Possíveis candidatos, tais como links para serviços ilegais ou antiéticos, todos os hiperlinks produzidos e previews de URL, quando disponível.

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Curiosamente, links, tanto no app iOS eo cliente web  não enfrentam o mesmo problema. Com a exceção de alguns TLDs que não são reconhecidos, todos os links sendo hiperlinks corretamente.

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É difícil argumentar que esse comportamento pode ser causado por algum erro aleatório, uma vez que provavelmente afetaria outras ligações se fosse esse o caso.Se realmente proposital, este não é o tipo de medida anti-concorrencial que seria de esperar de uma empresa que se orgulha na construção de um serviço que permite que  “as pessoas de todo o mundo têm a liberdade de falar o que pensam.”

Nós gostaríamos de dar WhatsApp o benefício da dúvida, e estendeu a mão para eles para comentar o assunto.

Anitta para de gemer a tag que esta bombando no twitter

anita geme menos imagem ganhou mtv
Anitta ganha como a melhor artista da America Latina e a galera do Twitter nao perdoa. #AnittaParaDeGemer

Desculpa mais ela NÃO é a melhor cantora brasileira

” Anitta representa a musica brasileira ” aham claudia senta lá

Numero de whatsapp de famosos

Uma lista dos contatos de pessoas famosas e seus WhatsApp, são números encontrados na internet nao tenho certeza de sua veracidade. Famosos de plantão.

numero de famosos para whatsapp

Se você sabe o fone de algum famoso deixe nos comentários.

Luan Santana 

6 9235-258

Bruna Marquezine

011 89366-3045

DemiLovato-01292227748
Thomaz Costa-551194943-2107
Rayssa Chaddad-551195806-0499
Ana Livya -5511952972788
LiviaInhudes-5511971910224
Filipe Bragança-551195821661
Larissa Manoela-5511952599584

O que já se sabe até agora sobre os ataques terroristas em Paris

  • 13nov2015---vitimas-sao-cobertas-por-trabalhadores-de-equipe-de-resgate-em-local-onde-houve-de-uma-serie-de-ataques-na-regiao-central-de-paris-na-franca-segundo-informacoes-foram-tres-tiroteios-na-1447451923110_615x300Vítimas são cobertas por trabalhadores da equipe de resgate em Paris

A série de ataques que aconteceu em Paris e nos arredores na noite de sexta-feira (13) tem muitas perguntas abertas, mas algumas coisas já são conhecidas. Veja o que já se sabe sobre a tragédia francesa.

1. O que aconteceu em Paris?

Uma série de ataques coordenados, incluindo tiroteios e explosões, aconteceu na noite de sexta-feira em ao menos seis diferentes locais de Paris e nas proximidades do estádio nacional, Stade de France, nos arredores da capital francesa. O ataque mais grave aconteceu na casa de shows Bataclan, onde cerca de 1.500 pessoas assistiam a um show de rock no momento do ataque.

Houve também ataques a tiros a restaurantes e bares nos 10° e 11° distritos da capital francesa. Foram registradas duas explosões no estádio nacional durante o amistoso entre França e Alemanha; o presidente francês, François Hollande, estava no estádio.

2. Quem é o responsável pelos ataques?

O presidente francês, François Hollande, afirmou na manhã deste sábado (14) que o Estado Islâmico é o culpado pelo “ato de guerra” que matou mais de 120 pessoas em Paris na noite de sexta-feira. Segundo Hollande, foi um ataque organizado no exterior com ajuda “de dentro da França”.

Também neste sábado, o Estado Islâmico que assumiu a autoria da série de atentados. No comunicado, o grupo jihadista diz que a França é o “principal alvo” do grupo. A nota afirma que a localização dos ataques foi cuidadosamente estudada.

3. Quantas pessoas foram mortas?

Ainda não se sabe ao certo, mas o presidente François Hollande citou 127 mortos, além de 180 feridos. Um boletim anterior informou 80 em estado grave.

Autoridades francesas afirmaram que oito dos atiradores morreram. Sete deles seriam homens-bomba.

4. Quantos brasileiros ficaram feridos?

Dois brasileiros foram feridos nos ataques, segundo a cônsul-geral do Brasil na França, Maria Edileuza Fontenele Reis. Eles estavam no restaurante Le Petit Cambodge, nas proximidades do Canal Saint-Martin, no 10° distrito da capital, um dos locais onde ocorreram tiroteios que deixaram dezenas de mortos e feridos em estado grave.

Um dos brasileiros feridos tomou três tiros nas costas e seu estado é bem grave, segundo a cônsul-geral. Ele está sendo operado. Ele é um arquiteto que está de passagem por Paris para eventos profissionais, segundo ela.

5. Como foi o ataque à casa de espetáculos Bataclan?

A banda Eagles of Death Metal acontecia no Bataclan, em Paris, quando homens armados com fuzis AK-47 invadiram o lugar atirando para todos os lados, segundo testemunhas. Cerca de uma centena de pessoas foram mantidas como reféns durante cerca de duas horas. A polícia invadiu a casa por volta da meia-noite. Quatro suspeitos foram mortos. De acordo com a polícia, cerca de cem pessoas morreram apenas neste local, além de dezenas de feridos.

6. Como foi o ataque ao Stade de France?

O jogo amistoso entre as seleções da França e da Alemanha acontecia quando houve duas explosões nas proximidades dos portões, por volta das 21h20 (horário de Paris). As pessoas que assistiam à partida ouviram o barulho durante o jogo. O presidente da Federação Francesa de Futebol, Noël Le Graët, confirmou que houve explosão no portão J do estádio e três pessoas morreram, além de alguns feridos.

O presidente da França, François Hollande, acompanhava a partida no momento das explosões e foi retirado às pressas para o prédio do Ministério do Interior.

7. O que houve nas outras ruas?

Foram registrados ataques com armas de fogo em, ao menos, quatro ruas de Paris, nos distritos 10° e 11°. Os ataques se concentraram em estabelecimentos de grande movimento, como bares e restaurantes. Testemunhas relataram carros que passaram com atiradores fuzilando pessoas na rua. Houve dezenas de mortos e de feridos.

8. Quais medidas de segurança foram tomadas após os ataques?

As fronteiras da França foram fechadas e o presidente decretou estado de emergência em todo o território francês. As forças militares foram convocadas para reforçar a segurança da região de Paris. Além disso, a polícia de Paris pedia para que os moradores da cidade não saíssem de casa e fechou as linhas de metrô.

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Terror na França47 fotos

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13.nov.2015 – Espectadores do amistoso entre França e Alemanha, realizado no Stade de France, em Paris, se abraçam após explosões que deixaram três mortos em um portão do estádio. O presidente francês, François Hollande, também estava presente na partida e foi removido às pressas, enquanto outros ataques deixaram um total de 120 mortos na capital francesa, mais de cem deles na casa de espetáculos Bataclan Leia mais Christophe Ena/AP

9. A França sofreu outros ataques recentemente?

Em janeiro, atentados cometidos contra a revista satírica “Charlie Hebdo” e um mercado kosher, ambos também na capital francesa. Junto com uma policial baleada no sul da cidade, as ações ocorridas entre os dias 7 e 9 de janeiro deixaram 17 mortos (12 na revista, quatro no mercado e a policial).

Outros ataques voltaram a acontecer ao longo do ano. Em abril, um estudante argelino é preso em paris com armas de guerra. Ele confessou ter planejado ações terroristas, especialmente contra um trem, com o objetivo de “matar 150 infiéis”. Em junho, nas proximidades de Lyon, um homem mata e decapita o patrão usando bandeiras islâmicas.

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Homenagens pelo mundo às vítimas dos atentados em Paris, na França16 fotos

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13.nov.2015 – Canadenses prestam, em Montreal, homenagem aos mortos na série de atentados ocorridos nesta noite em Paris, e que resultaram na morte de mais de 120 pessoas, no maior ataque em solo francês desde Segunda Guerra Mundial. Montreal é capital de Quebec, província francófona do Canadá Leia mais Graham Hughes/The Canadian Press/AP
Em agosto, militares norte-americanos conseguiram evitar que um homem armado fizesse um ataque em um trem que ligava Amsterdam a Paris.

Mulheres são procuradas por abuso sexual a homem

Duas mulheres estão sendo acusadas de abuso sexual após assediarem um homem em uma loja de conveniência em Washington D.C., nos Estados Unidos.

Uma câmera de segurança do estabelecimento registrou o momento em que uma delas faz twerking (dança sensual) para o homem e a outra tenta beijá-lo. Durante a ação, o homem aparece falando ao celular e tenta se afastar da dupla.

Segundo o NY Daily News, as imagens foram divulgadas por policiais para tentar identificar as mulheres.

Veja o vídeo:

Nova parceira de Chimbinha em banda faz estreia em janeiro; conheça Thábata

Thábata Mendes é a nova parceira musical de Chimbinha. O guitarrista e a cantora Joelma se separaram no dia 19 de agosto e colocaram em dúvida o destino da banda Calypso.

Thábata, de 28 anos, é natural de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Em sua página oficial do Facebook, a cantora se apresenta como sertaneja, mas também já publicou vídeos interpretando clássicos do axé.

Segundo disse ao UOL Mauro Neto, assessor de Chimbinha, a agenda de shows com Thábata só “começa em janeiro em respeito aos contratos já assumidos da banda Calypso com Joelma como vocalista”. O guitarrista diz que o “novo projeto musical irá revolucionar a banda”.

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Conheça Thábata Mendes, a nova parceira musical de Chimbinha5 fotos

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Thábata Mendes é a nova parceira musical de Chimbinha, do Calypso. A cantora tem 28 anos e nasceu no Rio Grande do Norte Reprodução/Instagram/@thabataoficial

O anúncio oficial só será feito na próxima semana. A identidade da nova vocalista da Calypso vazou em meio a mais uma crise pessoal entre Joelma e Chimbinha. Natália, a filha mais velha de Joelma, disse ter sido assediada pelo padrastoquando tinha 12 anos. O guitarrista nega.

Joelma deixa a Calypso para seguir carreira solo após terminar de cumprir a agenda de shows, em dezembro. Advogados do ex-casal ainda conversam sobre adivisão da banda, mas Chimbinha já anunciou que seguirá como guitarrista da banda com uma nova parceira. Joelma vai se dedicar a carreira gospel.

Há uma semana Joelma lançou “Amor de Fã”, sua primeira música como Joelma Calypso, nome que usará na carreira solo. A canção é um dueto com Priscila Senna, cantora e também fã declarada da Banda Calypso.

O sem-abrigo com um diploma de Harvard

Essa é uma curiosidade para você mandar no seu grupo de whatsapp

Guarda os seus pertences em sacos de plástico. Vagueia pelas ruas de Washington. Mas Alfred Postell é, muito provavelmente, o sem-abrigo mais qualificado da cidade. Tem diplomas, prémios e certificados suficientes para encher um armário. O que lhe aconteceu?

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O juiz pousou o olhar no sem-abrigo acusado de dormir em frente a um edifício de escritórios na Baixa de Washington. Era um sábado à tarde do início de Abril e no Tribunal de Instância Superior, diante do juiz Thomas Motley, estava Alfred Postell, diagnosticado com uma esquizofrenia. Postell tinha o cabelo um pouco comprido e grisalho. A barriga saía-lhe das calças. A barba estava desalinhada.

“Tem o direito de permanecer em silêncio”, disse-lhe um oficial, de acordo com a transcrição da acusação. “Qualquer coisa que diga, sem ser ao seu advogado, pode ser usada contra si.”
“Eu sou advogado”, respondeu Postell.
Motley ignorou aquela declaração bizarra, pesando se Postell, acusado de invasão de propriedade, apresentaria risco de fuga.
“Tenho de voltar [à barra]”, protestou Postell, oferecendo uma explicação: “Passei o exame na Catholic University, fui admitido no Constitution Hall. Prestei juramento como advogado no Constitution Hall em 1979; licenciei-me em Harvard em 1979.”
Isto já chamava a atenção de Motley. Também ele se licenciara na Faculdade de Direito de Harvard em 1979. “Sr. Postell, eu também”, disse-lhe Motley. “Eu lembro-me de si.”

Este sem-abrigo — que guarda os seus pertences em sacos de plástico brancos, vagueia por um cruzamento da Baixa e às vezes dorme numa igreja — estudou juntamente com o chefe do Tribunal Supremo, John G. Roberts, e o antigo senador do Wisconsin Russ Feingold. Todos eles se licenciaram em Harvard em 1979. Motley (que não quis ser entrevistado para este artigo) fez uma breve pausa antes de concluir: “Não tenho qualquer escolha neste caso.” Ordenou que o antigo colega fosse para a prisão até que as acusações contra ele estivessem resolvidas.

Numa cidade com milhares de sem-abrigo, é possível que Postell seja o mais qualificado deles todos. Diplomas, prémios e certificados enchem um armário no apartamento da sua mãe, como artefactos enterrados de uma vida perdida. Tem três licenciaturas: Contabilidade, Economia e Direito.

Numa noite de Verão, senta-se dentro de um McDonald’s, com uma toalha branca enrolada na cabeça como um turbante. Ouvi-lo falar da sua vida é como irromper num sonho. Ao princípio tudo parece normal. Mas rapidamente as coisas entram no caos. A cronologia vem aos soluços. Pensamentos incongruentes colidem uns com os outros. “Charleston”, diz ele, “eu tinha propriedades lá, na cidade. Os campos de algodão ficavam fora dos limites da cidade. Os campos de algodão: ficavam fora dos limites da cidade. Apanhei algodão uma única vez na minha vida. Mas os campos de algodão ficavam para lá dos limites da cidade. Eu vivia dentro da cidade. Tínhamos propriedades lá. Herdámos a propriedade. Pouco depois, conduzi até San Diego, Califórnia. Estava apaixonado por uma rapariga.”

Todas estas frases remetiam para o mesmo ponto. Ancoravam Postell nas águas turbulentas da esquizofrenia. Postell, dizia ele a si próprio e aos outros, tinha estudos. Trabalhava duramente. Saía-se bem.

Nasceu em 1948, único filho de uma mãe costureira e pai instalador de toldos. Cresceu a saber o que significa a privação. Era um rapaz normal, diz a mãe, Ruth Priest, mas sempre focado e motivado.

WASHINGTON POST

Queria mais do que os pais tinham. Por isso, depois de terminar o liceu, juntou um emprego a um curso no Strayer College. Os êxitos levavam a êxitos. Passou no exame e conseguiu trabalho como gestor de auditorias numa empresa de contabilidade, a Lucas and Tucker, onde diz que recebia um salário anual de 50 mil dólares (42 mil euros), o que na altura era muito dinheiro.

Mas não ficou por ali. Foi para a University of Maryland tirar o curso de Economia. E, ainda antes de se licenciar, apresentou uma candidatura a Harvard — e foi aceite.

“Parecia que a cada dois anos eu ficava a saber que tinhas subido mais um patamar”, escreveu E. Burns McLindon, um gestor importante de Bethesda, no Maryland, que foi professor de Postell em Strayer, numa carta que ele emoldurou. Foi em Strayer que recebeu o Prémio Aluno de Excelência. “O teu caso”, escreveu McLindon, que morreu em 2012, “serve de verdadeiro exemplo aos nossos jovens de hoje para que encontrem dentro deles determinação e ambição para ter sucesso”.

Folhear o livro online do ano de 1979 da Harvard Law School é um exercício semelhante a ver “Antes de eles serem famosos”. Lá está John Roberts com uma massa de cabelo. Lá está o sorridente Ray Anderson, que se tornou vice-presidente executivo das operações de futebol da NFL (Liga Nacional). Lá está Thomas Motley, 24 anos, activo na Associação de Estudantes Negros, de fato e gravata. E lá está Alfred Postell. Tem 31 anos, mais velho do que a maioria, usa um bigode bem cuidado e tem já entradas no cabelo. Tem o olhar de um homem bem sucedido na vida. E que espera ainda muito mais.

O colega Marvin Bagwell, vários anos mais novo, lembra-se dele a chegar às aulas de sobretudo e laço enquanto os outros se arrastavam, de olhos sonolentos. “Havia nele uma dignidade muito discreta”, diz Bagwell, agora vice-presidente de uma grande empresa de seguros. “Era brilhante e conseguia fazer perguntas introspectivas que iam ao âmago da questão.”

O mesmo sentimento foi expresso por outros cinco colegas. “Trabalhava com muito afinco e era extremamente disciplinado”, comenta Piper Kent-Marshall, há muito conselheiro da Wells Fargo. E vestia-se imaculadamente e cheio de aprumo. “Não me espantaria se alguém me dissesse que fazia manicure”, comentou outro colega de turma.

Por isso, os licenciados de Harvard ficaram tão surpreendidos quando souberam do seu destino. Como é que este homem — tão articulado, tão elegante — acaba numa existência invisível nas franjas da capital do país?

“É uma história incrivelmente trágica e triste”, diz Kent-Marshall, “porque na Faculdade de Direito ele era um dos melhores alunos e um homem muito, muito, muito inteligente e charmoso”.

Se houver pistas para o que terá precipitado a queda de Postell na esquizofrenia, estão enterradas nos anos após a licenciatura, quando voltou a Columbia.

Aceitou um emprego num escritório que era então conhecido como Shaw Pittman Potts & Trowbridge, um escritório respeitado que no ano anterior tentara sem sucesso recrutar a futura juíza do Tribunal Supremo Sonia Sotomayor. Naqueles anos, a empresa estava a expandir-se muito rapidamente. Quando Postell chegou, segundo duas pessoas que trabalhavam lá na altura, ele era o único advogado negro do escritório. Devido à sua formação em Contabilidade, foi colocado na equipa fiscal e rapidamente conheceu um jovem advogado chamado Frederick Klein. Foram contratados com um ano de diferença. Ambos ganhavam 35 mil dólares. Klein ficou impressionado com a forma como Postell se vestia. “Era muito urbano”, diz Klein, que agora está no DLA Piper Global Law Firm. Era culto, atencioso, discreto.

Postell era tão discreto que, na verdade, vários advogados que trabalharam na Shaw Pittman não se lembravam de nada acerca dele. Klein e outros dois que se recordavam não conseguiram, ou não quiseram, dizer porque é que poucos anos depois de o ter contratado a empresa o deixou partir.

“Não fico muito confortável por estar a falar nisto”, comentou por email Martin Krall, que chegou a ser sócio da Shaw Pittman. “Já foi há muito tempo, já não sou sócio há mais de 20 anos e não tenho acesso aos arquivos do pessoal, se é que ainda existem.”

Talvez o facto de poucos se lembrarem do que aconteceu a Postell seja aquilo que trai a sua doença. A esquizofrenia assusta. Algumas pessoas, especialmente as bem sucedidas como ele, conseguem esconder os sintomas durante meses. Enquanto a vítima se retira da vida social e do trabalho, mergulhando no isolamento, familiares, amigos e colegas podem nem sequer dar por nada.

E depois há um corte. Os psicólogos referem-se a este momento como “surto psicótico” ou “primeiro surto”. É quando se quebra a ligação com a realidade que a vida se divide nestas duas categorias distintas: antes e depois.

“Infelizmente, o declínio rápido não é invulgar”, afirma Richard Bebout, director do Green Door, um centro de saúde mental que trabalha com sem-abrigo. “Conheço pessoas que tiraram Medicina, fizeram a faculdade e licenciaram-se com as melhores notas e, de repente, vêm-se abaixo. É como a história de John Nash em Uma Mente Brilhante.

A velocidade com que acontece pode deixar as famílias sedentas de respostas.

“Ele tinha todas aquelas coisas chiques, um bom barco que costumava velejar por todo o lado”, diz uma familiar, LaTonya Sellers Postell. “Estava a viver uma vida de ricos. E, de repente, foi-se abaixo. Ninguém sabe exactamente o que aconteceu… Perdeu todos os seus bens materiais. É de loucos. Absolutamente de loucos.”

Nem a sua mãe, de 85 anos, consegue explicar o que aconteceu. Um dia, uma escuridão abateu-se sobre o filho, diz Priest. Não parava de dizer que ia ser preso. Achava que a polícia estava atrás dele. E a seguir teve uma má separação da mulher que amava. Pouco tempo depois, teve o seu surto psicótico.

WASHINGTON POST

“Eu tinha medo”, conta a mãe. “Ele corria lá para baixo e eu perguntava: ‘O que se passa? O que se passa?’ E tentava abaná-lo um bocado para o trazer de volta. E ele começava a chorar… E desde então foi por aí abaixo, abaixo, abaixo.”

Quando achou que já não conseguia tratar dele, a mãe foi procurar uma pastora evangélica local, Marie Carter, que o acolheu em casa, em meados dos anos 1980.

A sua filha, agora com 60 anos, achou que Postell ficaria lá por algumas semanas ou meses. Mas ele ficou décadas, passando dias inteiros à frente da televisão ou vagueando por um parque próximo, a ver as pessoas passar.

É estranho, como 30 anos passam depressa. A única marca que Postell deixou no registo público durante esse período foi em forma de acusações criminais. Foi acusado de roubo em 1989 pelo tribunal de Ocean City. Também teve outras acusações menores na década de 1990. Mas, para além disso, foi um fantasma.

“Entras numa empresa, tens prestígio”, diz Postell. “E quando perdes essa posição é como um suicídio. É o fim. É a atrofia. Ou, como diz um contabilista, é para se tornar obsoleto. Sabes o que isso quer dizer? Obsolescência. Para além da tua vida útil. Eu estava para lá da minha vida útil.”

Postell ficou à deriva. Todos os dias passava pelas mesmas montras. Uma delas era a loja de café Avondale — até ser barrado pelo dono, levando à sua detenção em Abril de 2014. Postell acabou por ir parar ao Brawner Building, na Baixa. A polícia prendeu-o lá por duas vezes, acusando-o de invasão de propriedade privada. Alegações que, ao fim de 30 anos, levarão Postell a encontrar-se novamente com Thomas Motley.

Depois de se licenciar em Harvard, Motley foi trabalhar para a Steptoe & Johnson, um importante escritório de advogados em Washington. Depois, tornou-se delegado federal do Ministério Público, até ser nomeado pelo Presidente Bill Clinton.

No dia em que Motley ficou frente a Postell, o sem-abrigo não o reconheceu. Tinham passado demasiados anos. Mas diria mais tarde que se lembrava de Motley nas aulas. (Mas não se lembra do presidente do Supremo, Roberts.)

Em Junho, foi ilibado de umas das acusações de entrada ilegal. Outra foi retirada. E assim passa novamente a maioria dos dias no edifício Brawner, perto da Farragut Square. Rhett Rayos, o gerente do edifício, diz ter esperança de que Postell “receba o apoio e serviços que precisa”.

E há esperança. A equipa de saúde mental da Green Door começou a trabalhar com ele, tal como a Pathways to Housing, outra organização que ajuda sem-abrigo. A mãe tentou juntar algum dinheiro para o tirar da rua.

Mas nada disso parece interessá-lo quando numa manhã recente está sentado sozinho à porta do Brawning Building. Tem espalhados jornais aos pés. Agarra num.

“O jornal usou o termo ‘troglodita’”, diz. “Troglodita: Homem das grutas.”

Depois, perde-se nas suas memórias. “Vivi num prédio de apartamentos na Presidential Towers. Poderia ser considerado um homem das grutas. Tinha varanda. Uma varanda no último andar. Um apartamento no último andar das Presidential Towers. Podia ser considerado um homem das cavernas.”

Exclusivo PÚBLICO / The Washington Post

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